Unifap estreia no Cheerleading dos JUBs

 

Elson Summer
Da Editoria de Esportes

 

A Universidade Federal do Amapá (Unifap) participou dos Jogos Universitários Brasileiros (JUBs) 2026 em uma modalidade ainda pouco conhecida no Amapá: o Cheerleading.

 

A equipe amapaense foi formada por nove atletas, entre meninos e meninas, e competiu ao lado de representantes de outras 14 universidades brasileiras.

 


 

O Cheerleading combina levantamentos, acrobacias, saltos, dança e pirâmides, elementos que fazem parte das apresentações.

 

A modalidade exige força, coordenação, equilíbrio, flexibilidade e sincronia entre os integrantes da equipe.

 

Cada apresentação tem duração de aproximadamente 2 minutos e 30 segundos. Na categoria universitária, além da rotina principal, existe a chamada sessão torcida, com cerca de 30 segundos de música cantada, movimentos coreografados e levantamentos voltados à interação e animação do público.

 

Segundo dados apresentados pela UBC, o país possui cerca de 80 equipes profissionais e mais de duzentas equipes universitárias cadastradas, reunindo aproximadamente dez mil atletas.

 

A preparação para as apresentações também exige uma rotina específica de treinamentos. As equipes chegam a realizar, em média, quatro horas semanais de ensaios de coreografia, trabalhando movimentos, postura e a complexidade da rotina. Atletas de maior nível técnico também fazem treinos específicos de acrobacias, levantamentos, musculação e condicionamento físico.

 

Estreia nos JUBs

O Cheerleading foi incluído pela primeira vez na programação dos Jogos Universitários Brasileiros em 2019. A presença da modalidade faz parte da estratégia de ampliar a participação de esportes que têm forte presença entre o público jovem no cenário universitário.

 



 

Para a equipe da Unifap, a participação na competição nacional representou uma oportunidade de conhecer outras equipes, vivenciar a estrutura de um grande evento esportivo e adquirir experiência em uma modalidade que ainda busca espaço e apoio no Amapá.

 

A grande dificuldade da equipe amapaense é a falta de um espaço adequado para treinos e os investimentos para o crescimento da modalidade.

 

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