Douglas Lima
Editor
O deputado federal Acácio Favacho (MDB) afirmou que o partido continuará dialogando com diferentes forças políticas no Amapá e evitou tomar posição antecipada entre possíveis projetos liderados pelo ex-prefeito Antônio Furlan e pelo governador Clécio Luís.
Durante fala no programa ‘LuizMeloEntrevista’ (Diário FM 90,9), nesta quarta-feira, 11, o parlamentar afirmou que o MDB mantém um projeto político próprio e que as decisões sobre alianças e candidaturas ainda serão construídas internamente.
“O MDB tem um projeto para o Brasil e para o Amapá. Nós seguimos na mesma diretriz, dialogando e construindo coletivamente. Não é porque uma candidatura majoritária está ou não dentro da legenda que o partido vai deixar de discutir o futuro do estado”, afirmou.
Favacho comentou o novo cenário político após a saída de Furlan do MDB e disse que a mudança não altera a estratégia da sigla: “De maneira nenhuma o projeto foi desmontado. O MDB continua discutindo o Amapá, conversando com as lideranças e avaliando os caminhos para o próximo processo eleitoral”, declarou.
Questionado sobre qual campo político poderá apoiar nas próximas eleições, disse manter diálogo tanto com o governo estadual quanto com outras lideranças: “Tenho uma boa relação com o governador Clécio Luís, desde quando ele foi vereador e depois prefeito de Macapá. O MDB sempre construiu política com diálogo e é assim que vamos continuar”.
Favacho também evitou antecipar qual cargo pretende disputar em 2026. Atualmente em seu segundo mandato como deputado federal, afirmou que a decisão será tomada pelo partido. “Primeiro estamos construindo as nominatas de deputados estaduais e federais. Depois vamos avaliar as possibilidades de Senado e demais cargos. Quem decide isso é o partido, não é uma decisão individual”, afirmou.
Ao fim da entrevista, o parlamentar falou que seu mandato mantém atuação em todos os municípios do estado, com envio de emendas e projetos, independentemente de alinhamento político. “Nosso mandato trabalha para os 16 municípios e para o governo do estado, sem condicionamento político”, concluiu.




